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Meu primeiro dia de Puta
Sou casada, tenho
35 anos, falsa magra (55kg.), com altura acima da média (1,75m) e
com peitos fartos e bumbum um tanto avantajado. Casei há 5anos e
sempre fui fiel ao meu marido, até que um dia... Bem, vou contar
minha estória, trocando os nomes, pois meu nome e rosto foram muito
divulgados pela mídia, quando era modelo. Meu nome será, pois, Sara
e meu marido, chamarei de Toni. Meu marido é um rico empresário
paulista, sendo que suas lojas estão esparramadas por todo o Brasil.
Há até uma sede em Nova Iorque, pois Toni já começou a exportar
produtos brasileiros para os Estados Unidos há dois anos. Casei por
amor, embora ninguém acredita nisso, principalmente quando me vê
junto com meu marido, que é coroa (54anos), baixo(1,65m) e
barrigudo(78kg.). Mas Toni se cuida muito, fez até implante de
cabelos na cabeça e já aplicou uns botox. Dizem até que é meio
garanhão e que, quando viaja, sempre está acompanhado por alguma
funcionária da empresa. Faço os olhos cegos do morcego e vou tocando
minha vida. Tenho muitas coisas pra fazer o dia todo para me
preocupar com meu marido, principalmente agora que minha vida mudou
radicalmente. Voltei a estudar, estou no 4º ano da faculdade de
Administração de Empresas. Foi na faculdade que eu conheci três
colegas, a Jane, a Rose e a Mary. São três mulheres belíssimas, de
vinte e poucos anos, sendo a Jane loira e as outras morenas. Todas
com corpos esculturais, à custa de muita malhação, lipo e outros
tratamentos modernos. Fizemos um trabalho em grupo no apartamento
das três e, depois disso, nossos laços de amizade se estreitaram.
Ficamos amicíssimas. Términos o trabalho da faculdade e ficamos
conversando um pouco, tomando um chá com bolachas. Percebi que o
telefone tocava e uma delas corria para atender no quarto. Falava
baixinho e logo em seguida voltava para a sala. Senti que elas me
queriam ver pelas costas, na medida em que anoitecia. Quando chegou
lá pelas 19h, Jane, a loira, iniciou uma conversa que me deixou
estupefata.”_Sara, eu tenho uma coisa para contar para você que a
deixara muito decepcionada conosco. Por favor, não pense mal de nós,
pois não tivemos nenhuma escolha na vida. Nós somos garotas de
programa. Daqui há meia hora começará a chegar nossos clientes e,
por isso, vou pedir para você ir embora, se não eles vão confundir
você e... Você não vai gostar...” Fiquei de boca aberta, com os
olhos arregalados. Pedi um copo d´água. Bebi a água e fiquei algum
tempo olhando para a cara delas, sem falar nada. Pelo luxo do
apartamento, pelos carros que elas tinham, pelas roupas, vi logo que
elas eram prostitutas de alto luxo. Só transavam com gente muito e
muito rica. Com certeza, daqui a meia hora esse apto.está cheio de
homens bem vestidos, intelectuais, empresários, artistas, pensava.
Com a curiosidade aguçada, destravei a voz:”_Não se preocupem comigo
de jeito nenhum. Jamais eu iria condená-las, jamais iria jogar a
primeira pedra. Cada um faz da vida o que quiser. Ruim é fazer mal
paras pessoas, roubar, matar... Vocês não fazem mal pra ninguém.
Pelo contrário, só fazem bem..(risos). E dão o que é de vocês
(risos).” Aquela minha aprovação e incentivo deixaram elas bem à
vontade. Era só sorriso. Nem me mandaram embora mais. Pelo
contrário, até me convidaram para ficar. Aquele convite me excitou
muito. Senti que minha bocetinha estava ensopadinha, molhando até
minha calcinha e o líquido já estava começando a escorrer pela minha
perna. Pelo meu grande interesse no assunto, pelo meu jeito
histérico de rir, de falar, de comentar, as meninas perceberam que
eu estava realmente querendo ficar por ali, para me encontrar com os
fregueses da noite. Mudaram a conversa e começaram a me convidar
para ficar. Insistiram. Jane disse que iria me apresentar um gatão,
um empresário alto, bonito e rico. E não era velho não. Tinha lá
seus 40anos. Comecei a ficar ainda mais excitada. Nunca na minha
vida me senti assim. Era só tesão. Minha cabeça rodava a mil. Minhas
pernas tremulavam, até minha voz mudou. E elas perceberam que eu
queria, mesmo, experimentar uma noite de puta. Convencida a ficar,
liguei para o Toni comunicando que não conseguimos terminar o
trabalho e que iríamos passar a noite toda fazendo o tal trabalho
escolar. Telefonei para casa e, obviamente, meu marido acreditou,
pois eu nunca mentira para ele antes. Fui para a suíte de Jane e me
preparei. Depois de um banho no chuveiro, coloquei uma das roupas
dela e fiquei aguardando a freguesia. O primeiro a chegar foi um
senhor de uns 60anos e muito bem vestido. Ele se enroscou com Rose e
foram para a suíte dela. Depois chegou outro homem, também de meia
idade, e foi trepar com Mary. Eu e Jane ficamos aguardando o
Ricardo, o tal quarentão bonito. Jane me contou que Ricardo sempre
falou que queria trepar com duas ao mesmo tempo, mas nunca dava
certo, pois as outras meninas sempre estavam ocupadas com seus
clientes. Hoje ia dar certo, disse Jane, olhando para mim, cheia de
malicia. Eu estava nas nuvens. Nunca pensei que eu tinha tanto
tesão. Aliás, me achava meio fria. Acho que precisava mesmo de uma
situação erótica dessa para me acender. Ricardo chegou. Jane abriu a
porta e entrou aquele homenzarrão de quase dois metros, maravilhoso.
E muitíssimo educado. Entrou, nos cumprimentou com carinho e foi
puxando a Jane para a suíte dela. “_Espere, tenho uma surpresa para
você. Lembra que falou que queria transar com duas? Chegou o dia.
Esta é Sara, minha prima, que está de passagem por São Paulo e quer
nos fazer companhia. Topa?” Ricardo nem respondeu, pegou,
gentilmente, meu braço e, abraçado em nós duas, se dirigiu para a
suite de Jane. Com aqueles braços fortes nas minhas costas, me senti
uma menininha indo para a escola pela 1ª.vez com o pai. Entramos e
Jane se jogou na cama, desfazendo-se das roupas. Ricardo fez o
mesmo, jogando as roupas no chão. Eu fiz de conta que já estava
acostumada com tudo aquilo e também me livrei das roupas, ficando de
calcinha e soutien. Enquanto os dois se abraçavam e se beijavam,
numas preliminares sensuais, eu ficava acompanhando passando a mão
nas costas do Ricardo, louquinha para ver o pau dele. Jane matou
minha curiosidade, puxando de dentro da cueca aquele mastro enorme.
Com as duas mãos, ela punhetou com carinho e colocou a cabeçorra na
boca. Com a pica na mão, Jane me chamou com um gesto, para eu
aproveitar um pouco aquele pintão. Me aproximei e gulosamente tentei
enfiar tudo na boca. Não consegui, mas um bom bocado entrou. Chupei,
chupei com vontade. Vontade tão grande que Jane até se assustou. Não
queria mais largar a tora. Não queria passar para a Jane. Queria
chupar, lamber, punhetar, aquele pinto, que tamanho igual NUNCA
vira. Nunca mesmo. Jane ficou apreciando minha chupada com grande
admiração, afinal Ricardo era seu melhor cliente. Deixei Jane chupar
um pouquinho, mas logo catei de novo e fiquei meia hora com aquele
pau na boca. Ricardo delirava. Pediu para eu me virar e colocar a
boceta em sua boca. Fizemos um 69. Jane me ajudava, chupando o saco
e a base do pau do Ricardo. Eram duas bocas no seu pau. Ricardo
adorou. Gemeu, gemeu e gozou na nossa boca. Sem muita prática, tirei
o pau da boca e a porra esguichou na minha cara. Jane, com mais
prática, enfiou o pau na boca e ficou chupando, levemente, aquele
pau que ejaculava. Ricardo se estrebuchava, gritando palavrões e
elogios. Fizemos o mesmo. Gozamos e, para minha supresa, Jane se
virou e enfiou a boca na minha xana. Fiquei perplexa com o
atrevimento de Jane. Mas adorei e vibrei quando a língua de Jane
começou a chicotear meu clitóris. A língua dela penetrou fundo na
minha boceta. Vendo aquela vagina depilada na minha cara, não
pestanejei e fiz exatamente o que Jane estava fazendo comigo. Lambi,
bati a língua no seu clitóris e a enfiei todinha naquele buraquinho
molhadissimo. Estava no céu. Como é gostoso um momento de lésbica.
Gozei tanto que fiquei até mole. Descansamos um pouco. Tomamos uma
ducha e começamos outra sessão. Ricardo queria me comer. Deitei e
abri a perna. Ricardo me penetrou devagar, pois sabia o poder de seu
tarugão. Mesmo sabendo que iria ser arrombada, fiquei forçando o
mais que pude para tudo aquilo entrar em mim. E entrou. Doeu um
pouco, claro, mas valei a pena. Me senti toda preenchida por dentro.
Era uma delícia. Jane percebeu minha felicidade e be deu um beijo
ardente. Fiz um gesto para ela colocar a boceta na minha boca e ela
ficou meio agachada sobre meu rosto. Chupei com sofreguidão aquela
bocetinha deliciosa que estava na minha cara, enquanto recebia
dentro de mim o pauzão do Ricardo. Ricardo não parava de se mexer.
Era uma máquina de fazer sexo. E eu acompanhava aquele ritmo louco.
Até gozar. E gozamos gostosamente depois de ficar um longo tempo
curtindo aquela transa a três. Ricardo descansou. Eu e Jane
continuamos fazendo sexo, uma dedilhando a xana da outra. Aprendi a
tocar siririca direitinho com Jane. Depois de uns drinques, Ricardo
foi dando sinal de vida. Com a ajuda de minha lingüinha esperta, o
pau de Ricardo começou a despertar. Jane também queria agradar seu
melhor cliente. Deitou-se e esperou por aquele cacete. Ricardo abriu
uma gaveta e pegou uma pomadinha. Jane viu e se virou, colocando
dois travesseiros na barriga e deixando a bunda bem empinada para
cima. Fiquei só observando o que estava para acontecer. Ricardo
chupou delicadamente o cuzinho da Jane e passou o lubrificante.
Enfiou o dedo cheio de pomada no cu de Jane e começou a enfiar o
tarugo no meio daquele bundão lindo. Me aproximei para ver se ela ia
mesmo agüentar tudo aquilo. A cabeça entrou com certa dificuldade,
mas o resto entrou fácil. Jane deu um gritinho e depois começou a
gemer e rebolar. Jane deu um sinal para eu me aproximar. Percebi o
que ela queria e coloquei minha xaninha molhada perto de sua boca.
Enquanto ela tomava aquela tora no cu, lambia minha boceta com
carinho. Como era bom ver aquele pinto entrar e sair do cuzinho de
Jane, enquanto sua língua entrava e saia da minha xaninha, no mesmo
ritmo. Assim ficamos até que percebemos que Ricardo ia gozar. Nos
preparamos para gozar juntamente com Ricardo. Foi uma festa.
Gritamos todos juntos que estávamos gozando. Dos outros quartos, os
outros casais escutaram e riram alto de nossos entusiasmos. Depois
de super satisfeito, Ricardo tomou outra ducha, se arrumou e foi
embora, após nos beijar e agradecer muito. Sobre a mesa da suíte
deixou um cheque de 5 mil reais. Não acreditei. Indaguei se ele
estava pagando por um mês de transa e Jane falou que o Ricardo era
assim mesmo. Quando ele gosta da trepada, ele paga um bom dinheiro.
Prometeu me dar a metade. Argumentei que eu não queria dinheiro,
pois meu dever era pagar por todo aquele prazer. Mas pela
insistência dela, aceitei o cheque que ela preencheu. Foi meu
primeiro “cachê” como garota de programa. E não foi o último não,
pois continuei muito amiga de Jane, Rose e Mary. De vez em quando,
vou até lá para fazer um outro “trabalho escolar”, que me dá um bom
dinheirinho extra. E a minha performance na cama melhorou muito. Meu
maridinho (agora,corno) está felicíssimo com minha transformação,
mas nem faz idéia do que acontece quando faço tal “trabalho”. Se
vocês gostaram desta minha primeira aventura como garota de
programa, votem nesse conto, assim relato outras transas (superinteressantes)
na casa de minhas novas amiguinhas.
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